Como é difícil ser.
Ser quem sou.
Ser quem não sou.
Como é difícil ter
O que não tenho
ou o que tenho
mesmo que ser e ter seja eu
seja meu
Seja o que for.
Não tenho e nada sou
Sem o tua mão
em meu rosto
Sem tua boca teu gosto
Vivo do que me dão seja ruim ou seja bom.
é difícil por vezes dizer não.
como a carne como o pão
Amassado, pisoteado.
Jogos de palavras tontas, tortas insossas.
É difícil dizer,
Mas ainda não dizer. Dói mais.
O que sinto.
Pouco ou minto
Nada, raso profundo.
Sinto muito...
segunda-feira, 22 de junho de 2015
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Pois é...
E QUANDO PARO PARA PENSAR QUE QUASE DEI A VOLTA AO MUNDO,
EXAGERO, NESTE ÚLTIMO ANO, ME PEGO, E VEJO QUE ESTOU, EXATAMENTE, AQUI.
NOVAMENTE.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Apenas um pouco de...
Incrível como as coisas mudam no caminhar dos ponteiros do relógio, tudo que nos cerca pode ir de castelos a ruínas num simples mover de casas. Talvez seja um tanto quanto ingênuo achar que as coisas devem e vão manter se em sua tediosa constancia. (Nem sempre este tédio é algo ruim, prefiro o tédio que estava ao caos que se torna). Sempre acreditei em minha própria flexibilidade, mas certas vezes creio que num girar, girar, caminhar, mover e girar, again, me pego em meio minha própria tontura, perdido entre coisas que giram em meus e meus pensamentos. There are some things that are just too banal for me to take knowledge of. But to live certain dramas and to live life the way it becomes, sometimes is unavoidable.
Não vou parar para discutir coisas que fogem de minhas próprias mãos ou do controle “divino” do que é e do que se torna, realmente há coisas e acontecimentos que não controlamos. E às vezes manter-se ao lado observando é o que podemos fazer. Most of times we need to turn our backs to things and persons. Times I do feel the need to take the second option, just walk away, it does hurt less.
Sinto-me sim às vezes desapontado com as pessoas em geral e principalmente com as pessoas que amo, mas isso. Creio que é minha própria culpa. Talvez por esperar, outras atitudes, talvez por acreditar demais, que as pessoas sejam diferentes ou que se tornem melhores a cada dia como eu mesmo tento. Call me naive, but it is the way I am. I’m a believer, and because of that sometimes I do have to swallow (don’t be a smart ass).
Bem, a verdade é que às vezes temos que nos proteger da maneira que encontramos e seja ela qual for às vezes é única maneira de manter um pouco de sanidade ou controle de suas próprias coisas, vida e ações. É se garantir de futuros constrangimentos e decepções. Eu não sou muito de ficar remoendo fatos e acontecimentos, sigo meu caminho vagaroso como o caminhar dos intermináveis segundos. Um risquinho a cada passo. E raramente tomo a decisão de nunca mais olhar para trás e quando o faço é pra valer. (Dicótomo). Whatever I was, whatever I became and will become it is a different history. Cause life will continue in the stillness silence or unavoidable chaos.
Stillness Of Heart
I'm out here on the street
There's no one left to meet
The things that were so sweet
No longer move my feet
But I keep trying
I keep on trying
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart
I got more than I can eat
A life that can't be beat
Yet still I feel this heat
I'm feeling incomplete
What am I buying?
My soul is crying
2x
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart
Where's the love?
What is this world we live in?
Where's the love ?
We've got to keep on giving
Where's the love ?
What happened to forgiving ?
Anyone ?
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart.
http://www.goear.com/listen/9f63f3e/stillness-of-heart-lenny-kravitz
Não vou parar para discutir coisas que fogem de minhas próprias mãos ou do controle “divino” do que é e do que se torna, realmente há coisas e acontecimentos que não controlamos. E às vezes manter-se ao lado observando é o que podemos fazer. Most of times we need to turn our backs to things and persons. Times I do feel the need to take the second option, just walk away, it does hurt less.
Sinto-me sim às vezes desapontado com as pessoas em geral e principalmente com as pessoas que amo, mas isso. Creio que é minha própria culpa. Talvez por esperar, outras atitudes, talvez por acreditar demais, que as pessoas sejam diferentes ou que se tornem melhores a cada dia como eu mesmo tento. Call me naive, but it is the way I am. I’m a believer, and because of that sometimes I do have to swallow (don’t be a smart ass).
Bem, a verdade é que às vezes temos que nos proteger da maneira que encontramos e seja ela qual for às vezes é única maneira de manter um pouco de sanidade ou controle de suas próprias coisas, vida e ações. É se garantir de futuros constrangimentos e decepções. Eu não sou muito de ficar remoendo fatos e acontecimentos, sigo meu caminho vagaroso como o caminhar dos intermináveis segundos. Um risquinho a cada passo. E raramente tomo a decisão de nunca mais olhar para trás e quando o faço é pra valer. (Dicótomo). Whatever I was, whatever I became and will become it is a different history. Cause life will continue in the stillness silence or unavoidable chaos.
Stillness Of Heart
I'm out here on the street
There's no one left to meet
The things that were so sweet
No longer move my feet
But I keep trying
I keep on trying
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart
I got more than I can eat
A life that can't be beat
Yet still I feel this heat
I'm feeling incomplete
What am I buying?
My soul is crying
2x
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart
Where's the love?
What is this world we live in?
Where's the love ?
We've got to keep on giving
Where's the love ?
What happened to forgiving ?
Anyone ?
All that I want is
Stillness of heart
So I can start
To find my way
Out of the dark
And into your heart.
http://www.goear.com/listen/9f63f3e/stillness-of-heart-lenny-kravitz
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Uma formiguinha "legal" pra caramba
Outro dia em pé no jardim da casa de minha mãe com meu sobrinho. Enquanto eu olhava os pássaros brincarem nos galhos das arvores, meu sobrinho agachou-se e atentamente colocou-se a olhar as formigas andarem de um lado para outro em uma fila retilínea, percebi então que num flash ele movimentou sua cabeça para cima em minha direção como quem queria dizer algo.
Está tudo bem? Perguntei.
Sim tio, estava só pensando em como as formiguinhas são legais.
Sério, o que te levou a essa conclusão? Questionei intrigado com a observação.
Veja só tio, apontou para o chão. Aquela formiguinha está carregando nas costas sua amiguinha que está cansada.
Quase soltei um sorriso sonoro, mas me contive apenas com um pequeno sorriso no canto da boca... mesmo não sendo um especialista no assunto, imaginei, que aquela “generosa” formiguinha que carregava a outra, tinha, talvez uma segunda agenda: comer a outra que por algum motivo qualquer já não podia mais trabalhar ou então, talvez, usá-la de adubo em sua plantação de micro fungos.
Do segundo que me ocorreu este pensamento até o meu leve levantar de canto de boca, pensei também que não deveria desmentir o nobre pensamento do meu pequeno sobrinho sobre a solidariedade para com os iguais. Disse a ele, apenas, que aquela pequenina formiga devia ser um cara legal pra caramba.
(As pessoas, (na sua maioria), estão interessadas apenas em sua própria felicidade, não conseguem nem se alegrar com a felicidade dos outros, creio que, felicidade alheia, causa uma certa inveja na verdade)
Está tudo bem? Perguntei.
Sim tio, estava só pensando em como as formiguinhas são legais.
Sério, o que te levou a essa conclusão? Questionei intrigado com a observação.
Veja só tio, apontou para o chão. Aquela formiguinha está carregando nas costas sua amiguinha que está cansada.
Quase soltei um sorriso sonoro, mas me contive apenas com um pequeno sorriso no canto da boca... mesmo não sendo um especialista no assunto, imaginei, que aquela “generosa” formiguinha que carregava a outra, tinha, talvez uma segunda agenda: comer a outra que por algum motivo qualquer já não podia mais trabalhar ou então, talvez, usá-la de adubo em sua plantação de micro fungos.
Do segundo que me ocorreu este pensamento até o meu leve levantar de canto de boca, pensei também que não deveria desmentir o nobre pensamento do meu pequeno sobrinho sobre a solidariedade para com os iguais. Disse a ele, apenas, que aquela pequenina formiga devia ser um cara legal pra caramba.
(As pessoas, (na sua maioria), estão interessadas apenas em sua própria felicidade, não conseguem nem se alegrar com a felicidade dos outros, creio que, felicidade alheia, causa uma certa inveja na verdade)
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Essa mentira é a mais pura verdade.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Todos se vão...
Enquanto sentada naquela mesa da calçada; observava o mundo acontecer ao meu redor, segurando o copo de meu trago em uma mão e um cigarro em outra, olhava o laranja do meu isqueiro se confundir com as lanternas dos carros que, em direção contrária, se vão.
Pensava na inconstância das coisas, das amizades, amores e a impossibilidade dos acontecimentos, me questionava se eu realmente estava ali, se aquilo tudo não era apenas um devaneio de minhas ilusões, tantas. A conversa dos amigos não conseguia me distanciar de meus pensamentos, não queria ser profunda em nenhum comentário, apenas me limitava a breve introduções de minha opinião, com respostas curtas a longas perguntas.
Este mundo tem me consumido lentamente em lembranças que não me deixam desistir de mim mesma. Observo a tudo como quem vê a vida pela primeira vez, mas lembro de tudo, de tudo com se fosse a priemira vez. Dos quais, telefones eu liguei, encontros eu marquei e de todos que enrijeceram meus mamilos, suas línguas quentes que entraram no mais profundo de mim, mas lá no fundo, mesmo, de verdade; Este aqui em meu peito, não, quantos ficaram? Um arquear, tensão, suor, respiração ofegante, alívio, mas fazer bater, de verdade, não sei dizer.
Sinto-me fria como mármore embora seja quente como uma noite de verão, talvez até mais do que deveria ser, quando me dou, me dou de verdade, mas quantos eu tive e quantos me tem? Não fujo de nada, mas tenho muita pressa, pressa em conhecer e em fazer tudo que sinto vontade e que faz-me sentir viva, mas agora neste momento, sentada nesta mesa em uma calçada, estou parada meio que inerte, nada de ações ou palavras apenas observo a luz vermelha das lanternas dos carros que se vão enquanto se misturam a cor laranja de meu isqueiro e seguro meu trago em uma mão e meu cigarro em outra.
(Se fosse escolher ser alguém, mesmo amando quem sou, talvez escolhece ser você)
Pensava na inconstância das coisas, das amizades, amores e a impossibilidade dos acontecimentos, me questionava se eu realmente estava ali, se aquilo tudo não era apenas um devaneio de minhas ilusões, tantas. A conversa dos amigos não conseguia me distanciar de meus pensamentos, não queria ser profunda em nenhum comentário, apenas me limitava a breve introduções de minha opinião, com respostas curtas a longas perguntas.
Este mundo tem me consumido lentamente em lembranças que não me deixam desistir de mim mesma. Observo a tudo como quem vê a vida pela primeira vez, mas lembro de tudo, de tudo com se fosse a priemira vez. Dos quais, telefones eu liguei, encontros eu marquei e de todos que enrijeceram meus mamilos, suas línguas quentes que entraram no mais profundo de mim, mas lá no fundo, mesmo, de verdade; Este aqui em meu peito, não, quantos ficaram? Um arquear, tensão, suor, respiração ofegante, alívio, mas fazer bater, de verdade, não sei dizer.
Sinto-me fria como mármore embora seja quente como uma noite de verão, talvez até mais do que deveria ser, quando me dou, me dou de verdade, mas quantos eu tive e quantos me tem? Não fujo de nada, mas tenho muita pressa, pressa em conhecer e em fazer tudo que sinto vontade e que faz-me sentir viva, mas agora neste momento, sentada nesta mesa em uma calçada, estou parada meio que inerte, nada de ações ou palavras apenas observo a luz vermelha das lanternas dos carros que se vão enquanto se misturam a cor laranja de meu isqueiro e seguro meu trago em uma mão e meu cigarro em outra.
(Se fosse escolher ser alguém, mesmo amando quem sou, talvez escolhece ser você)
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