quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Éramos cinco.

Adoro sentar em volta da mesa de um buteco e jogar conversa fora com os amigo, enquanto observo o mundo ao meu redor. O mundo me parece muito mais curioso quando estou do lado de cá, acho que muita gente também pensa assim. Enquanto falávamos da vida, viagens, trampos, outros amigos, claro que um passeio pelas técnicas sexuais, era inevitável, BJ com Halls, cliclete NÃO por que gruda e dá aflição, pasta de dente nas unspeakable parts e o tão famoso Pompoarismo Quinto Dan (Thanks L). Via as pessoas que passavam, Av. Paulista é o máximo, com seus cachorros, skatistas, executivos, emos, pedintes, vendedores de chicletes para "ONGs", greengos, muitos Jorges e muitas Marias.


Ríamos muito das histórias que cada um contava, nada muito pessoal, gente? Afinal não podemos assustar amigos novos, sempre que a história começava assim: eu tenho um amigo que..., uma amiga que..., riamos mesmo sem saber do que se tratava o resto da história, so silly, mas é tão bom rir com os amigos que chegam e outros que reaparecem.


As pessoas das mesas aos lados ficavam curiosas pra saber do que riamos, a cada gargalhada alguém dava um pulo mais para perto da gente, não sei se era por que estava eu um amigo do trampo antigo ou por que tinha também três amigas da facul, vestidinho, sainha, decotes. Acho mesmo que era por causa das meninas. Mesmo assim, tá valendo.


Sorrisinhos dos mocinhos do lado pras meninas e Jorge's, sorrisinhos, que passavam pro meu amigo e as Marias que rodiavam a mesa, também, tentando achar um par. Super normal nesta cidade, mais normal ainda ali naquele hotspot, final de tarde, começo de noite, mar de mesas invadindo a calçada pouco espaço pro povo passar, melhor ainda pra observar.
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(Vou colorindo meu mundo ao meu modo, mas tem sempre um pincel pra você também)
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