quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Andando pela Liberdade.

Andando pela Liberdade (amo) correndo na verdade, tentando chegar em uma entrevista, (não estava atrasado, só ansioso), passei correndo na frente de uma loja e derrubei um "mini me" um garoto meio emo, meio japa, de cabelos com luzes laranja e que ouvia seu MP3, tentei levanta-lo, ele não falava uma palavra em português enquanto eu pedia desculpas em português ele começa conversar comigo em inglês, very bad english, but I'm used to asian people speaking english, all those days spent talking to a Corean friend and at Phily's Chinatown helped.
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Eu estava todo preocupado em ver se ele tinha se machucado e ele feliz por encontrar alguém que falava inglês, disse que falava muito mau Japonês (not just Japanese), por que é Coreano, eu parei e comecei conversar com ele, desinteressadamente, mas curioso, o mínimo que eu podia fazer.
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Perguntei o que ele ouvia e ele me deu seu fone, e me disse o nome do grupo, era um grupo Coreano chamado Loveholic, e eu curti bastante o som, ele tentava traduzir a música para Inglês, mas se confundia todo e me confundia também, foi engraçado.
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Entre outras coisas ele me perguntou o que tinha pra fazer na cidade, pra dançar, tirei meu caderno da bolsa e dei um monte de nome de lugares e endereços e falei quais eram "GLS" e quais eram "str8", até agora não sei o que ele vai decidir, mas enfim ele me acompanhou até a esquina da rua que eu ia, me deu um aperto de mão e me disse: "Jou save my live Mr.". Ao ouvir isso me deu um aperto no coração, então eu o puxei e dei um abraço nele, sei lá por que, só sei que fiz, (sou assim né, cheio de reações estranhas), ele ficou mais estranho do que o impulso que tive, (nem ligo), dei tchau e segui meu caminho.
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Fiquei com a música na cabeça e como disse curti a voz da cantora, e depois de acha-la curti bastante a letra, (em meio toda essa bagunça) it made a lot more sense.
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(My way, may not take me anywhere from here, but it always makes me take a look inside. You, me, them.)
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Loveholic - Flower Pot

.(feeling myself as a flower pot)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ciranda

Caí nessa ciranda de um corpo só
Meu corpo foi ao chão sem dó.
Sem mãos para dar
Sem sorriso para olhar
Passa pelo meu corpo o vento à soprar.
Caí nesta ciranda,
Que não é de criança
Meio infantil como tal
Mas, sem música no final.
E vejo o mundo
Girar em volta
E as coisas que não tem volta.
Largo minha mão solta
E sem sorriso na boca.
Um olho fechado
E outro fita o passado.
Caí de gaíato nesta ciranda.
E ela não gira nem anda.
Deixa o gosto de saudade.
Mas, lamantar não cabe mais nesta idade.
Não quero mais, ter em mim maldade.
Quero apenas dar adeus à infelicidade.
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Bode.

BODE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Um bode preto cruzou a estrada.
Poxa mais um?!
Atropela ele.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Gira, Pára, Corre

(E o tempo corre veloz, atrás dele segue o vento, ele, o vento, não tem tempo, ele, o tempo, tem pressa na carona do vento.)
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Esses dias atrás forcei a barra e acabei descobrindo algumas coisas que não deveria saber, acabei encaixando algumas peças que faltavam neste quebra-cabeça. Um pouco decepcionado sim, mas isso em parte é culpa minha também, faz parte. Talvez tenha sido melhor assim, por que acabei sentando e reavaliando um monte de coisas que deveria ter prestado atenção há muito tempo atrás.
E com isso tudo me deu uma saudade de uma amiga que está longe, que não participa de meu dia a dia, mas que me conhece bem, e sua visão crítica dos fatos ocorridos nestes últimos tempos, ela tem razão em dizer o que diz (muita coisa eu fingia não ver) e eu uma besta em não ouvir.
Mas nunca é tarde pra prestar atenção nas vozes que estão dentro da gente e nas vozes dos amigos que nos querem bem. É bom deixar a chuva molhar, correr pra tentar acompanhar ou simplesmente parar e deixar todo o resto girar em volta.

Você me faz falta.
Obrigado amiga.
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(Queria poder dizer tudo o que penso, mas não posso. Por isso guardarei em mim este momento.)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Na dança da solidão (Marisa Monte)

(Release my soul of far gone old dreams; refresh my wishes to a fair away land, the land of forgetting what doesn’t do any good to remember.)

Solidão é lava
Que cobre tudo
Amargura em minha boca
Sorri seus dentes de chumbo...

Solidão, palavra
Cavada no coração
Resignado e mudo
No compasso da desilusão...

Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Camélia ficou viúva,
Joana se apaixonou,
Maria tentou a morte,
Por causa do seu amor...

Meu pai sempre me dizia:
Meu filho tome cuidado,
Quando eu penso no futuro,
Não esqueço o meu passado
Oh!...

Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão
Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Quando vem a madrugada
Meu pensamento vagueia
Corro os dedos na viola
Contemplando a lua cheia...

Apesar de tudo existe
Uma fonte de água pura
Quem beber daquela água
Não terá mais amargura
Oh!...

Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão
Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Desilusão! Oh! Oh! Oh!..

(Paulinho da Viola)

(No comments about that!)


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